Ensino de inglês (ESL-English as Second Language)

Ensino de inglês

Ensino de inglês

Das várias situações que um professor poderia se envolver no ensino de inglês, podemos tratar de uma das mais desafiadoras: ensinar inglês para um falante não-nativo num país de língua inglesa, ou para usar uma expressão estrangeira, ESL (English as a Second Language).

Partimos do princípio de que um aprendiz deve desenvolver as quatro habilidades básicas: listening (ouvir), speaking (falar), writing (escrever), reading (ler).

Também é necessário lembrar que uma classe de falantes não-nativos pode ser bastante heterogênea. Podemos encontrar variações de idade, experiências pessoais, bagagem cultural e condição sócio-econômica, por exemplo.

Tal situação dificulta a padronização de métodos, mas é sempre bom lembrar de algumas dicas, tais como ter ajuda de elementos visuais, usar exercícios-modelo e sempre levar para a classe material autêntico, e também transmitir conteúdos com aplicação imediata.

Se o trabalho for realizado com adultos, precisamos lembrar da Teoria da Andragogia. Knowle, o autor da teoria, parte da idéia de que adultos aprendem diferente das crianças e que essa aprendizagem é regida por cinco princípios.

O primeiro é o auto-conceito do aprendiz, que mostra que ele não gosta de imposições, ou seja, o aluno precisa ter controle sobre sua experiência de aprendizagem.

O segundo aponta para a necessidade de ensinar conteúdos relevantes e encadear com o conhecimento que já possuem.

Também a motivação tem grande papel e constitui o terceiro princípio, com suas necessidades sendo satisfeitas pela aprendizagem.

Para o quarto princípio, levamos em consideração que ensinar deve ajudá-los a resolver problemas e a executar algumas tarefas: os alunos querem um conhecimento que pode ser aplicado imediatamente.

E o último princípio nos alerta para manter uma espécie de desafio que estimule o aluno a superá-lo e alcançar novos patamares no caminho para aprender um idioma.

Mas não são apenas algumas dicas que vão ajudar totalmente o professor de ESL. A base teórica também se mostra importante, mesmo que apareça implícita na prática.

Há uma interessante teoria que divide a aquisição da segunda língua em algumas etapas ou estágios.

O primeiro estágio é o da pré-produção: o foco está absorção de vocabulário com atividades de “listening” e repetição.

Já no segundo estágio, o aluno consegue forma frases de um ou duas palavras e tem um pequeno vocabulário ativo e passivo.

Os aprendizes podem fazer um discurso curto no terceiro estágio. Podem também entender jornal e diálogos com frases simples.

O penúltimo estágio, o quarto, é a fluência intermediária (conseguem traduzir frases da língua nativa, usam frases mais complexa e expressão seus pensamento com mais clareza).

No quinto e último estágio o aluno atinge fluência nas quatro habilidades do idioma estrangeiro.

Os estágios para adquirir uma segunda língua devem ser levados em consideração para atuação do professor em sala e na preparação de suas aulas e em estudos de capacitação.

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