O inglês na sala de aula

O inglês na sala de aula

O inglês na sala de aula – Foto Internet

Para entender melhor e atingir sucesso no ato de ensinar, devemos levar em consideração os elementos do contexto de sala de aula.

Ensinar qualquer matéria é um desafio, mas o ensino tem língua estrangeira tem suas especificidades e traz dificuldades a mais.

Uma delas é o fato de o inglês não ser a prórpia linguagem do estudante.

Assim, surge a dúvida sobre como usar o inglês em certos contextos culturais, com a dificuldade adicionar de não ter uma compreensão institiva da linguagem, e cp, om[i,eras variações não muito utilizadas.

Para ter um ouco de apoio, precisamos falar a língua inglesa em sala só quando a situação se mostrar bastante produtiva: de nada adianta explicar um ponto gramatical complexo em idioma estrangeiro se o resultado for negativo e a explicação causasse apenas confusão nos alunos.

Da mesma forma, há para se discutir a questão do inglês como idioma global. Além de refletir a cultura do país, também serve de ferramenta de comunicação entre falantes não nativos e em contextos variados, não necessariamente contexto exclusivos da cultura inglesa.

Assim, podemos dizer que língua global serve também para veicular diversas outras culturas, passamos para os nossos alunos a motivação de participar do mundo globalizado, mostrando as razões tanto econômicas quanto práticas, sem perder a noção da dimensão da função social de se aprender uma língua estrangeira.

Interagindo e refletindo sobre a cultura alheia nos ensina a pensar sobre a nossa própria cultura, colocando em evidência nossa participação dentro de um país na sociedade globalizada, ou seja, aprender um idioma em tais situações abre novos horizontes.

Até pouco tempo atrás, aprender uma língua estrageira se dava apenas em sala de aula. Na escola, significava saber regras gramaticais e vocabulário, resolver exercícios de escrita, ler textos e responder perguntas de compreensão, e, às vezes, ouvir gravações em fita.

Mas para muitos, o resultado foi negativo e ficaram desmotivadas, desistindo de aprender e achando a língua estrangeira de difícil compreensão.

Atualmente, os meios de comunicação e, principalmente, a internet mudaram as distâncias entre as cultura e a necessidade de falar inglês se tornou mais intensa e abrengente: fica mais fácil ver a conexão entre o que é feito em sala de aula e o uso real do idioma no mundo lá fora.

Lembramos também que a mesma abertura aconteceu para a disponibilidade de recursos para aprender o que for pertinente para a necessidade do aluno: livros didáticos modernos, aprendizado on-line e acesso ao inglês “real”, até nos menores e mais remotos lugares.

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